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Regulação Econômica

Causalidade de custos

Princípio de alocação segundo o qual quem causa um custo deve, em regra, arcar com ele.

admin28 de setembro de 20262 min de leitura

Princípio de alocação segundo o qual quem causa um custo deve, em regra, arcar com ele. Nas discussões sobre a transição energética, ele é combinado com dois outros critérios: quem se beneficia da solução e que valor ela gera para o sistema.

Como o tema aparece no Regulador.org

Se um investimento atende predominantemente ao interesse privado de um agente, há razão forte para que esse agente pague. Se a solução produz benefícios verificáveis para o conjunto do sistema, como alívio de congestionamento, adiamento de investimentos ou mais resiliência, pode fazer sentido dividir parte do custo. A palavra que pesa é verificáveis. Dizer que uma tecnologia é moderna ou sustentável é fácil. Difícil é mostrar qual problema ela resolve, qual alternativa evita, quem recebe o benefício e quanto ele vale.

Essa disciplina protege quem não tem recursos distribuídos. Uma transição mal desenhada deixa os benefícios com quem pode comprar painéis, baterias e veículos elétricos e os custos com quem não pode. O mesmo raciocínio aparece na crítica ao uso da CDE no caso da Amazonas Energia, em que ineficiências de uma distribuidora acabam pagas por consumidores de outras regiões, e no debate sobre o rateio do encargo de potência.

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Referências

Como citar este artigo

ADMIN, . Causalidade de custos. Regulador.org, 2026. Disponível em: https://www.regulador.org/biblioteca/causalidade-de-custos/. Acesso em: 28 set. 2026.