Regulação adaptativa
Forma de regular que combina princípios estáveis com mecanismos de revisão quando as evidências mudam.
Forma de regular que combina princípios estáveis com mecanismos de revisão quando as evidências mudam. Em vez de escrever uma regra para cada tecnologia, parte do problema a resolver, do resultado esperado e dos riscos aceitáveis.
Como o tema aparece no Regulador.org
A ideia central defendida no Regulador.org é que regulação adaptativa exige um regulador adaptativo. Isso significa aprender de forma permanente, reunir especialistas de áreas diferentes, melhorar a infraestrutura de dados, conversar com outras instituições e reconhecer cedo quando uma resposta que funcionou no passado deixou de funcionar, tudo isso sem terceirizar o julgamento.
Adaptar não é o mesmo que mudar a toda hora. Mercados e investimentos de longo prazo precisam de regras previsíveis, mas previsibilidade não exige imobilidade. O que muda é o nível da intervenção. Antes de olhar para a tecnologia, pergunta-se qual necessidade do sistema precisa ser atendida, qual resultado se quer, quem responde se algo der errado e que evidência vai mostrar que o resultado foi alcançado. A abordagem proporcional da Ofgem para inteligência artificial, com intervenção mais forte onde uma falha custa mais, é um dos exemplos discutidos. A OCDE usa linguagem parecida ao recomendar abordagens de adaptar e aprender.
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Referências
- OECD. OECD Regulatory Policy Outlook 2025. Paris: OECD Publishing, 2025. Disponível em: https://www.oecd.org/en/publications/oecd-regulatory-policy-outlook-2025_56b60e39-en.html.
- OFGEM. Ethical AI use in the energy sector. Atualizado em maio de 2026. Disponível em: https://www.ofgem.gov.uk/guidance/ethical-ai-use-energy-sector.
Como citar este artigo
ADMIN, . Regulação adaptativa. Regulador.org, 2026. Disponível em: https://www.regulador.org/biblioteca/regulacao-adaptativa/. Acesso em: 28 set. 2026.